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Quinta-feira, 17 DE Maio DE 2012

«A EUROPA»

O uso do termo "Europa" desenvolveu-se gradualmente ao longo da história. Na antiguidade, o historiador grego Heródoto mencionou que o mundo havia sido dividido por pessoas desconhecidas em três partes: Europa, Ásia e Líbia (África) , com o Nilo e o rio Phasis na formação de suas fronteiras, embora ele também afirma que alguns consideraram o rio Don , ao contrário do Phasis, como a fronteira entre a Europa e a Ásia.

A Europa Oriental cuja fronteira foi definida no século I pelo geógrafo Estrabão no rio Don. Flávio, no Livro dos Jubileus, descreveu os continentes como as terras dadas por Noé a seus três filhos, a Europa foi definida como o alongamento das Colunas de Hércules no Estreito de Gibraltar, separando-a do Norte de África, para o Don , separando-o da Ásia . 

Uma definição cultural da Europa, como as terras da cristandade latina, que se uniram no século 8, significando o novo condomínio cultural criado através da confluência de tradições germânicas e cristão-Latino-cultura, definida, em parte, em contraste com Bizâncio e o Islão, e limitado a norte da Península Ibérica, as ilhas britânicas, França, cristianizado o  ocidente da Alemanha, nas regiões alpinas e do norte e centro da Itália.

O conceito é um dos legados duradouros do Renascimento Carolíngio : "Europa", muitas vezes figura nas cartas de ministro cultural de Carlos Magno, Alcuíno . Esta divisão – tanto cultural como geográfica, foi utilizada até os Baixa Idade Média, quando foi desafiada pela época dos Descobrimentos . O problema da redefinição da Europa, finalmente,  foi resolvida em 1730 quando, em vez de hidrovias, o geógrafo e cartógrafo sueco von Strahlenberg propôs os Montes Urais como a fronteira mais importante do leste, uma sugestão que aceite na Rússia e em toda a Europa.

Europa é agora geralmente definida pelos geógrafos como a região  ocidental da península da Eurásia, com os seus limites marcados por grandes massas de água para o norte, oeste e sul; limites da Europa para o Extremo Oriente são normalmente levados a ser os Urais, o rio Ural , e o Mar Cáspio , ao sul-leste, incluindo o Cáucaso , o mar Negro, e os canais que ligam o Mar Negro ao Mar Mediterrâneo.  Por causa das diferenças sócio-políticas e culturais, há várias descrições de fronteira da Europa. Por exemplo, o Chipre é aproximado para a Anatólia (ou Ásia Menor) , mas é geralmente considerado parte da Europa e actualmente é um estado membro da UE. Além disso, Malta foi considerada uma ilha do norte da África durante séculos,  enquanto a Islândia , embora mais perto da Groenlândia (América do Norte), é também geralmente incluídos na Europa.

Às vezes, a "Europa", a palavra é usada de forma geopolitica com limitação para se referir apenas à União Europeia ou, ainda mais exclusiva, um núcleo cultural definida. Por outro lado, o Conselho da Europa tem 47 países membros, e apenas 27 Estados membros estão na UE. Além disso, as pessoas que vivem em áreas insulares, como a Irlanda , o Reino Unido , o Atlântico Norte e Mediterrâneo e ilhas também na Escandinávia de forma rotineira se referem a "continental" ou "continente" A Europa simplesmente como a Europa ou o "Continente".
Na antiga mitologia grega , Europa era uma  princesa a quem Zeus sequestrou  depois de assumir a forma de um touro branco deslumbrante. Levou-a até à ilha de Creta , onde ela deu à luz Minos , Radamanto e Sarpédon . Para Homero , Europa ( grego antigo : Europa foi uma rainha mitológica de Creta, e não uma designação geográfica. Mais tarde, Europa ficou para centro-norte da Grécia , e em 500 aC, o seu significado foi estendido para as terras ao norte.

O nome de Europa  é de etimologia incerta. Uma teoria sugere que  é derivado do grego ( Eurus ), que significa "largo, amplo". Broad tem sido um epíteto de Terra  na  reconstruída  religião proto-indo-europeu .  Outra teoria sugere que ele é baseado em um semita palavra como o significado arcadiano hebreu "para ir para baixo, defina "(cf. Ocidente ),  cognato da fenícia "ereb "noite; oeste" e do árabe do Magreb , hebraico Ma'ariv. 

O Neolítico Europeu, período marcado pelo cultivo de plantas e a criação de gado, o aumento do número de assentamentos e o uso generalizado de cerâmica, começou por volta de 7000 aC, na Grécia e os Balcãs , provavelmente influenciados pelas práticas agrícolas anteriores em Anatólia e no Oriente Médio .  Espalhou-se do Sudeste da Europa ao longo dos vales do Danúbio e do Reno ( cultura da cerâmica linear ) e ao longo da costa do Mediterrâneo ( cultura Cardial ). Entre 4500 e 3000 aC, estas centrais culturais europeias, o Neolítico desenvolveu-se mais a oeste e ao norte, transmitindo habilidades recém-adquiridas na produção de artefactos de cobre. Na Europa Ocidental do período Neolítico foi caracterizado não por grandes assentamentos agrícolas, mas por monumentos de campo, tais como os  túmulos megalíticos .

A Europa do século XXI não pode negar as suas origens e raízes, devendo saber respeitá-las e não tentar centralizar-se quer na Alemanha quer na França, e sobretudo saber respeitar os países mais periféricos, especialmente os que fazem parte da Europa do Sul e mediterrânica, porque afinal a Europa continua e deve continuar a ser dos europeus e, sobretudo, fazê-lo ver ao mundo, zelando pelos interesses de todos os seus povos, não apenas dos seus capitalistas ou banqueiros.
publicado por umpovoarasca às 14:24
Quinta-feira, 17 DE Maio DE 2012

«NA CIDADE DOS GANGSTERES»

E dos grandes matadouros, vai reunir-se a OTAN que, lida ao contrário, ao gosto dos ingleses, é NATO. 

Mas, como português, prefiro e penso dever dizer OTAN – Organização do Tratado Atlântico Norte – de que já deveríamos estar afastados e até a organização deveria já ter sido extinta, uma vez que também já o foi o Tratado ou Pacto de Varsóvia.

Era ali que agia o Scarface, o mais famoso gangster, criminoso da época da Lei Seca nos aanos 20 e trinta do século passado.

Chamava-se Alphonso Capone e era italo-americano, que formou o talvez mais famoso bando de que há memória, sem desmerecer o de Jesse James antes, que se dedicava sobretudo a assaltar bancos.

Capone fazia chantagem e praticava a escravatura branca, era dono da prostituição e de quase todas as actividades consideradas ilegais.

Actuava na zona sul de Chicago, não deixando as outras em paz desde que lhe pagassem o tributo estipulado, ou então ia tudo pelos ares, como aconteceu a Johnny Torrio em 1925.

Agora, a cidade acolhe a cimeira da OTAN, onde estarão presentes muitos dirigentes políticos que, em grande parte, apresentam semelhanças ao grande gangster Capone, só que os de hoje agem a coberto de leis que eles próprios fazem «parir» que os ilibam perante a justiça mas não perante o povo que desgovernam.

O mundo de hoje, e particularmente a Europa – no que nos diz respeito mais directamente – está pejado de «Scarfaces» que roubam constantemente os povos em noma da Nação, sabendo nós que espoliam os pobres para distribuir pelos ricos e sobretudo pelos abutres banqueiros.

E se Capone provocou a matança de sete membros de um gang de um rival, que ousou fazer-lhe frente, no dia de S. Valentim de 1929, as «matanças» hoje acontecem diariamente e sempre que o desgoverno entender colocar sobre as nossas cabeças mais espadas carregadas de impostos novos, congelamento de pensões miseráveis, cortes salariais e demais «benesses» oferecidas aos cidadãos comuns.

Não imagino quem teve a ideia de organizar a cimeira em Chicago, mas uma coisa é certa; não podia ser melhor pensada, já que a letra condiz com a careta.

Quanto ao encontro entre o senhor Pedro e monsieur François, o «grande chefe lusitano» que se prepare para ser presenteado com um balde…!!!
publicado por umpovoarasca às 12:05
Quinta-feira, 17 DE Maio DE 2012

Suspendo o meu direito de voto até 2018

Leiam... e decidam em consciência...

 CM

SUSPENDO O MEU DIREITO DE VOTO ATÉ 2018!


Não sou Funcionário Público, mas o Estado trata-me como se eu o fosse, enquanto REFORMADO.

Dizem que os Reformados não têm poder de contestação, que de nada lhes serve tomar uma atitude contestatária (uma GREVE deles é inconsequente por não afectar nada nem ninguém).

Eu não estou de acordo! E como tal, decidi tomar uma posição que traduzo no seguinte:

MANIFESTO

Considerando:

1. Que me foram retirados o 13º e 14º mês até 2018;

2. Que me reduziram a Reforma para a qual fiz descontos milionários
durante uma vida de trabalho;

3. Que me foram aumentados os descontos para o IRS, o IMI, no Consumo de Electricidade, da Água e do Gás, para a “Compensação aos Operadores” respectivos (EDP, Tejo Energia e Turbo Gás), nos Combustíveis, para o Investimento das Energias Renováveis, para os custos da Autoridade da Concorrência e da ERSE, na Alimentação, na taxa de Esgotos, para a Utilização do Subsolo, para a Rádio, para aTelevisão, para a TNT, para a Harmonização Tarifária dos Açores e Madeira, Rendas de Passagem pelas Autarquias e Munícipes, para o auxílio social aos calões que recebem indevida e impunemente o RSI (Rendimento para a Inserção Social), para pagamento dos cartões de crédito de políticos, para as portagens nas SCUTS e aumento nas auto-estradas, para a recuperação de BPNs, para que os Dias Loureiros,os Duartes Limas, os Isaltinos de Morais e quejandos depositem as minhas economias em nome deles em offshores, para as novas taxas de Apoio Social, para as remodeladas Taxas de Urgência nos Hospitais Civis, para as asneiras provocadas pelas ideias megalómanas de políticos incompetentes que criaram auto-estradas sem trânsito, para as Contrapartidas e Compensações a Concessionários de diferentes estruturas, para pagamento das dívidas às Parcerias Público-Privadas durante 50 anos ou mais, etc., etc., etc., tudo recheado com 23% de IVA (por enquanto);

4. Que, cada voto que um cidadão deposita na urna eleitoral, para além de pôr no poleiro os espertalhões que os (se) governam, representa um óbolo igual a 1/135 do salário mínimo nacional (actualmente em €485,00) a reverter para os seus cofres (1 voto = €3,60), a que acrescem as subvenções às campanhas e verbas para os grupos
parlamentares. (Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais: Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Declaração de Rectificação n.º 4/2004, de 9 de Janeiro), Lei n.º 64
‐A/2008, de 31 de Dezembro1 e Lei n.º 55/2010, de 24 de Dezembro).

5. Que esse valor é atribuído pelos quatro anos de legislatura, o que significa entregar aos partidos votados o quadruplo dessa importância (€14,40), atingindo uma despesa superior a 70 milhões de euros;

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1231653&page=-1;

(a)

6. Que, no caso dos votos em branco ou nulos, essa valia é distribuída por todos os partidos concorrentes às eleições;

7. E que, se eu me abstiver de votar, não há montante a ser distribuído pelos partidos concorrentes às eleições,

Eu, ARTUR ÁLVARO ARAUJO PEREIRA, cidadão de pleno direito, com o BI 1158208 e o NIF 121934322, com todos os impostos pagos e ainda credor do Estado por taxação indevida e não devolvida em sede de IRS, embora prescindindo de uma liberdade coarctada durante quase 40 anos e restituída em 25 de Abril de 1974, decido que, dependendo do
cenário político-económico, meu e do meu país, entrarei em

GREVE ÀS ELEIÇÕES E SUSPENDO O MEU DIREITO DE VOTO ATÉ 2018!
 
publicado por umpovoarasca às 10:19
Quinta-feira, 17 DE Maio DE 2012

O seu voto vale 12 euros, o apoio público 70 milhões (a)

SUSETE FRANCISCO14 Maio 2009 - DN

Cada partido vai receber, nas próximas legislativas, 3,15 euros por cada voto individual. Nos quatro anos da próxima legislatura as várias forças partidárias vão receber do Estado um valor global de mais de 70 milhões. Um montante destinado às despesas correntes, a que acrescem as subvenções às campanhas e verbas para os grupos parlamentares.

Nas próximas eleições legislativas, quando votar num partido, estará a dar-lhe não só a sua confiança política, mas também três euros e 15 cêntimos - é o montante que valerá cada voto individual no escrutínio para a Assembleia da República. A multiplicar pelos quatro anos da legislatura, dado que a subvenção do Estado é atribuída anualmente: no total terá contribuído com 12,60 euros para os cofres partidários.
Em termos de valor global, o próximo quadriénio valerá aos vários partidos uma subvenção estatal próxima dos 70 milhões de euros. Isto considerando o valor de cálculo actual - mas que terá actualizações anuais, que se reflectirão em mais dinheiro para os partidos.

De acordo com a lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, as várias forças recebem por cada voto 1/135 do salário mínimo nacional, no valor fixado para o ano de 2008 (426 euros). Feitas as contas, para estas eleições são 3,15 euros, um acréscimo de 40 cêntimos sobre os 2,75 que receberam nas últimas eleições, em 2005.

Se as próximas legislativas se aproximarem das últimas no número de votos expressos (5,5 milhões) os vários partidos vão receber nos próximos quatro anos qualquer coisa como 69,8 milhões de euros. Durante a última legislatura o PS recebeu anualmente 7,1 milhões; o PSD 4,5; a CDU 1,19; o CDS 1,14; o Bloco de Esquerda um milhão.

Além destes cinco partidos, as próximas eleições legislativas podem trazer uma novidade em termos de financiamento partidário. É que, com as alterações agora introduzidas à lei do financiamento, os partidos que obtenham mais de 25 mil votos podem aceder à subvenção estatal - até agora a barreira estava nos 50 mil. 

O que significa que se o PCTP/MRPP de Garcia Pereira e o Partido da Nova Democracia (PND) repetirem os resultados de 2005, terão direito a financiamento. Os 48 mil votos do PCTP valem este ano 151 mil euros; os 40 mil do PND darão direito a 127 mil euros.

O acréscimo nas subvenções públicas aos partidos, por comparação com 2005, resulta da subida do valor do salário mínimo nacional nos últimos três anos. O que vai deixar de acontecer: para o futuro as subvenções estatais vão ficar subordinadas ao Indexante de Apoios Sociais (IAS), uma forma de evitar que os apoios aos partidos acompanhem o crescimento previsto para o salário mínimo. Ainda assim, as subvenções vão acompanhar a actualização anual do IAS.

A citada subvenção do Estado aos partidos destina-se às actividades correntes das forças políticas. A esta juntam-se outros apoios públicos - caso do financiamento aos grupos parlamentares e das subvenções especificamente destinadas às campanhas eleitorais, que variam segundo as eleições em causa.

Mais dinheiro

O financiamento estatal não sofreu alterações na recente mudança à lei do financiamento, mas o mesmo não se pode dizer do financiamento privado. As alterações já aprovadas no Parlamento, por unanimidade, quase dobram o valor máximo dos apoios que os partidos podem conseguir dos privados. E este não é o único mecanismo que pode aumentar o financiamento, nomeadamente em campanha eleitoral. A nova legislação estabelece que os partidos em campanha podem agora receber donativos de singulares, até ao limite de 60 IAS por doador (cerca de 25 mil euros).
publicado por umpovoarasca às 10:15
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

«EUROPA EM CRISE PROFUNDA!!!»

Quase todos os países afirmam, através dos seus dirigentes, que a economia está mal, que é preciso agir de forma a criar um clima estável na Europa, porque custe o que custar é preciso salvar o euro.

Existe em Estrasburgo, Alsácia, Norte da França, o Parlamento Europeu, onde os deputados eleitos pelos cidadãos dos seus países praticamente nunca estão, preferindo ir passear até Bruxelas, onde a vida é muito mais agradável e se podem divertir à nossa custa, já que pagos por todos nós.

Por vezes pode ver-se a desolação completa que se instala naquele palácio de vidro de estrasburgo, praticamente vazio, ainda pior que na Assembleia da República, que quase diariamente se encontra às moscas, a não ser nos grandes momentos, como os das votações.

Não é necessária uma licenciatura para que as pessoas se apercebam do que se passa, de que estamos a ser constantemente roubados por esses parasitas políticos, salvaguardando as devidas excepções, mesmo assim raras.
Viajam pelo mundo à custa dos contribuintes, recebem fortunas para quase nunca estarem presentes ou, devido ao excesso de trabalho, tirarem uma valente sorna no plenário alsaciano.

É-nos noticiado que 10% dos trabalhadores portugueses ganha o salário mínimo, pessoalmente diria que mais o recebe e mais do dobro não recebe nada, e fazendo as contas muito por alto, faço a pergunta:

«Como poderá ser possível pagar mais aos trabalhadores e dar subsídios aos desempregados, se aqueles parasitas comem tudo?»

Há tempos estive em Bruxelas com um amigo que ali habita há anos e, como quer ele quer sua esposa trabalharam na Comissão Europeia vai almoçar ao restaurante da referida Comissão, e porque pode levar dois convidados, fomos almoçar lá.

Ali pude ver ex-ministros portugueses, hoje deputados europeus, vendo um deles acompanhado de duas jovens secretárias, cujos salários também pagamos e diversos ex-deputados que hoje se sentam, ou deveriam sentar-se em Estrasburgo, mas que vão passear até Bruxelas à custa de todos nós, talvez alegando ter algum assunto a tratar directamente junto da Comissão Europeia, ou mesmo com o presidente da Comissão, que não tive o desprazer de ver, felizmente.
Reparei que todos convivem agradavelmente, comem muito bem e bebem também, sobretudo após a sobremesa, com o café, cognac francês ou outras bebidas belgas ou estrangeiras, sobretudo escocesas, como o whisky e dali vão ou ao cinema ou para onde lhes apetece.

Como podemos querer não viver em  crise, se esses parasitas levam tantos biliões de euros anualmente, que pagamos através do IVA e outros impostos?

Não é apenas Portugal quem necessita de ser saneado, mas toda a Europa e o mais urgente possível, antes de ir á falência total.

publicado por umpovoarasca às 17:25
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

«LEONARDO da VINCI»

Um homem da Renascença, génio artístico e científico por excelência do Renascimento, e, a sua obra inovadora em Florença, Milão e, posteriormente, em França influenciou artistas contemporãneos e revelou um saber que ia muito além do seu tempo.

Pintor, escultor, engenheiro e inventor, é o paradigma do «homem da Renascença», criativo e versátil, inspirado pela recuperação da cultura clássica na Itália do século XV.

«De tal modo a natureza o favorecera que, para onde quer que dedicasse a sua mente ou os seus pensamentos, os resultados eram sempre inspirados e perfeitos», escreveu em 1550 Giorgio Vasari, seu primeiro biógrafo.

Nascido em Vinci – de onde retira o nome porque é conhecido – na Toscana,em 1452, filho ilegítimo de um advogado, os dons de leonardo foram sempre de excepção.

Uma história da sua infãncia conta que ele decorou um  escudo para um dos arrendatários de seu pai com uma cabeça de Medusa tão impressionante que o pai decidiu ficar com ele.

Em 1470, Leonardo começou a aprendizagem em Florença, com o artista Andrea del Verrocchio.

Diz-se que escolheu o ofício humilde da pintura, porque a ilegitimidade se interpunha entre ele e actividades mais respeitáveis.

A primeira obra é um anjo delicado no Baptismo de Cristo, da autoria de Verrocchio, e, possivelmente, partes da paisagem.

Verrocchio, vendo que o seu talento se eclipsava, jurou nunca mais voltar a pintar e, passados poucos anos, já os príncipes competiam pela obra de Leonardo.

O princípio da sua carreira coincidiu com o desenvolvimento em Itália da pintura a óleo e de um naturalismo cujo maior expoente foi o próprio Leonardo. «É importante ir directamente à Natureza», escreveu, «em vez de se copiarem outros pintores».

A obra-prima artística de Leonardo em Milão é o fresco da Última Ceia, no Mosteiro de Santa Maria delle Grazie.

Pintado sobre gesso na parede do refeitório entre 1495 e 1498, neste fresco fez uso de inovações na perspectiva, representando expressivamente o carácter nas figuras de Cristo e dos seus discípulos.

Em 1499, e depois do declínio de Sforza, regressou a Florença onde ocupou a posição de arquitecto e projectista de César Bórgia, duque de Romagna, período do qual oferece ao mundo a Mona Lisa, que foi admirado como um exemplo ímpar do modo como a arte consegue imitar a natureza.

Saiu de Florença em 1516 para trabalhar para luis XII de França, tendo-lhe sido concedida uma pensão e um castelo perto de Amboise, onde morreu em 1519, aos 67 anos.
publicado por umpovoarasca às 16:27
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

«INTERLÚDIO ELEITORAL GREGO»

Para nos entreter durante os próximos trinta dias que faltam para um novo acto eleitoral, quando ainda há dias se procedeu a um – sem no antanto ser atingido o desejado – criação de um governo no país helénico, bem poderiam oferecer-nos música de Demis Russus ou de Nana Mouscuri ou ainda outros e outras, em vez de nos oferecerem esta espécie de diversão dramática musical filmada entre duas partes do seu triste espectáculo.

Se é verdade inegável que muitas das bases em que assentam vários campos da moderna cultura ocidental – democracia, arte, filosofia, política e literatura – foram lançadas por esta nova civilização no início do século V, os gregos actuais deveriam saber honrar os seus antepassados e continuar a demonstrar ao Ocidentes, ao mundo, como deve viver-se em democracia.

Torna-se difícil compreender como podem pretender declarar guerra económica a todos os «monstros» do mundo da finança, numa espécie de guerra da independência, depois de se terem sujeitado durante cerca de nove anos a viver com o euro, como também se sujeitaram a todas as directrizes emanadas pelo directório Merkozy.

De modo algum estou a criticar a actuação da cidadania grega, que se tem manifestado em acções de rua e onde podem fazê-lo e colocar em paz os seus espíritos contra a opressão da austeridade imposta por aquele directório, até porque no nosso país se passa algo semelhante.

E se entre nós grande parte da população, em peregrinação de fé e esperança em milagres que já se não realizam e ruma a Fátima tentando comover a Virgem Mãe, já eles  não podem olhar o espaço e dirigir-se a Zeus, soberano do Olimpo, nem sua esposa Hera nem muito menos Atena que, como se sabe era a deusa da sabedoria e das artes.

Mais rapidamente se virariam para Ares, deus da guerra, Deméter, deusa da agricultura, correndo em direcção a Hermes tentando saber se trazia alguma mensagem dos restantes deuses do Olimpo.

Curiosamente, dois países e povos que deram novos mundos ao mundo, mas também novas luzes, se encontrem em situação semelhante na actualidade, talvez até pelos mesmos motivos, embora se tornem inconfessáveis a esse mesmo mundo, que hoje os pisa.

Precisamente porque houve quem temesse o que se passou com a Irlanda, outro país em grandes dificuldades e que, ainda há pouco tempo era entre nós citado como exemplo, pelos que hoje nos desgovernam, de como se deveria governar e fazer crescer a economia, caindo em desgraça e quase no anonimato, de quem ninguém ou muito poucos falam hoje.

Tudo devido á ganância dos que sempre foram classificados como fazendo parte do mundo capitalista, do neoliberalismo que corrói as economias mais débeis e esse verdadeiro fantasma designado por globalização.

Quando se constrói um prédio, começa-se sempre pelos alicerces, e o prédio da Comunidade Europeia, actual União Europeia foi construído a partir da cumeeira do telhado, sendo grave a ameaça de ruir completamente e, para evitar que tal suceda devem morrer muitos cidadãos em profunda miséria, devido a toda essa corrupção e ladroeira hoje existente, sem que se veja luz ao fundo do túnel.
publicado por umpovoarasca às 14:34
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

Pense nisso…

Nossa mente é como um aparelho de rádio que recebe todas as espécies de mensagens através das ondas do rádio. Os nossos pensamentos são como mensagens radiofónicas, transmitidos através do éter, captados e transmitidos de pessoa a pessoa.

O pensamento é uma força sutil e dinâmica. A velocidade do pensamento é muito maior que a da luz e ele se propaga instantaneamente. Tem um poder muito grande e é contagiante.

Uma pessoa equilibrada difunde ao seu redor pensamentos de harmonia que entram nas mentes de outras pessoas e produzem sentimentos de paz e harmonia. Em contraste com isto, uma mente negativa com raiva, inveja transmite esses pensamentos negativos que entram em outras mentes, produzindo pensamentos e sentimentos de violência e conflitos.

A lei "os semelhantes exercem mútua atração" funciona também no mundo do pensamento. O semelhante atrai o semelhante. Você rejeita e absorve os pensamentos de acordo com seu mundo interno. Se você está positivo, assimila pensamentos positivos, de prosperidade, alegria. Se estiver negativo, sua mente é receptiva às vibrações negativas e assimila pensamentos de medos, tristeza, raiva, inquietação.
Assim como você exercita seu corpo fazendo caminhadas, ginástica, esportes, para manter a saúde física, você precisa manter a saúde mental pela recepção de ondas corretas de pensamento. Precisa mudar sua atitude interior, aprender a relaxar, a apaziguar corpo e mente e cultivar pensamentos bons e positivos.

A saúde do corpo começa na mente. Todo pensamento é transmitido às células e exerce influência sobre o corpo. Se na mente existir emoções e pensamentos negativos, eles serão transmitidos através dos nervos para cada célula do corpo. A tristeza na mente enfraquece o corpo. As células que atuam como soldados defendendo o corpo, se enfraquecem, tornando-se ineficientes. Isto diminui a força vital e produz a doença.

O sorriso envia para o cérebro uma mensagem que tudo está bem. Isto aumenta a serotonina no cérebro produzindo um estado de bem-estar e seu sistema imunológico fica mais forte. Sorria. Confie, ria, celebre a vida com um coração agradecido.

…//…
publicado por umpovoarasca às 13:41
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

ONU lança campanha ‘Eu sou Nós’ para sociedade brasileira participar da Rio+20

A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.

“É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “Há um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados.”

A partir de hoje (14/05), todos os brasileiros podem participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) enviando textos, fotos ou vídeos para o site O Futuro que Queremos. Para incentivar o compartilhamento de ideias, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), o Comitê Nacional Organizador (CNO) do evento e parceiros lançaram a campanha Eu sou Nós. As contribuições serão exibidas na internet e numa exposição durante a Cúpula dos Povos.

“É uma forma de escutar as pessoas, para que não seja só uma conferência de Chefes de Estado e de Governo, mas que envolva a população”, explica o Diretor do UNIC Rio, Giancarlo Summa. As peças publicitárias serão exibidas em TV, rádio, jornais, revistas e em outros tipos de plataformas. “Há um grande investimento em internet porque o Brasil é um dos países com maior quantidade de habitantes conectados.”

Com o conceito desenvolvido pelo Grupo Ogilvy, a campanha conta com a participação de anônimos e famosos, como Gisele Bündchen, Ronaldo, Paulo Coelho, Vik Muniz, MV Bill e Oscar Niemeyer. “A ideia central é fazer com que as pessoas abram mão da própria identidade, comecem a pensar coletivamente e participem da conversa mais importante da história”, explica o Presidente do Grupo no Brasil, Sérgio Amado.

Também participaram desta iniciativa a Conspiração Filmes, que produziu os filmes da campanha dirigidos por Daniel Lieff; a YB que produziu uma trilha inédita para os filmes; e Gustavo Malheiros, que foi o responsável por fotografar todos os anúncios da conversa, com produção de Fernanda Gallardo.

O evento realizado no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, foi transmitido ao vivo pela internet. Para acessar a íntegra do áudio, clique aqui.

Para assistir a outros vídeos da campanha, acesse www.youtube.com/unicrio
Para ver os cartazes, clique aqui. Ou acesse em imagens, separadamente, clicando aqui. Baixa fotos do evento de hoje clicando aqui (crédito: UNIC Rio/Pieter Zalis).

Para participar da maior conversa global, acesse o site ofuturoquenosqueremos.org.br

…//…
publicado por umpovoarasca às 11:57
Quarta-feira, 16 DE Maio DE 2012

«VANTAGENS DO EXÍLIO»

É erradamente que se vê no exilado a imagem de alguém que abdica, se retira e se apaga, resignado às suas misérias, à sua condição de desperdício.

Se o observarmos, descobriremos nele um ambicioso, um desiludido agressivo, um ser azedo que é também um conquistador.

Quanto mais desapontados nos vemos, mais se exacerbam os nossos apetites e as nossas ilusões. Descortino até uma certa relação entre a desgraça e a megalomania.

Aquele que perdeu tudo conserva como último recurso a esperança da glória, ou o escândalo literário.

Consente em abandonar tudo, excepto o seu nome. Mas como imporá o seu nome, quando escreve numa língua que os civilizados ignoram ou desprezam?

Tentará outro idioma? Não lhe será fácil renunciar às palavras em que se arrasta o seu passado.

Quem renega a sua língua para adoptar outra, muda de identidade ou até de decepções.

Heroicamente traidor, rompe com as suas recordações e, até certo ponto, consigo próprio.

Um escreve um romance que, de um dia para o outro, o torna célebre. Narra os seus sofrimentos. Os seus compatriotas no estrangeiro, invejam-no: também eles sofrem, talvez tenham até sofrido mais. E o apátrida torna-se – ou aspira a tornar-se – romancista. O resultado é uma acumulação de desilusões, uma inflação de horrores, de calafrios datados.

Não é possível renovar indefinidamente o Inferno, cuja característica principal é a monotonia, nem o rosto do exílio. Nada em literatura é tão exasperante como o terrível.

Na vida, o terrível surge com demasiada evidência para que nos detenhamos nele.

Mas o autor persiste; de momento, enfia o seu romance no fundo de uma gaveta, e fica à espera de que soe a sua hora.

Sustenta-o a ilusão de uma surpresa, de uma fama que lhe foge mas com a qual ele conta; vive de irrealidade.

A força desta ilusão é, no entanto, tão grande que se o autor trabalhar numa fábrica, será sempre com a ideia de ser dela arrancado um dia por uma celebridade tão súbita quanto inconcebível.

Igualmente trágico é o caso do poeta.

Encerrado na sua própria língua, escreve para os amigos, para dez, para vinte pessoas no máximo. 

O seu desejo de ser lido não é menos imperioso do que o do romancista improvisado. Tem pelo menos a vantagem de poder publicar os seus versos nas pequenas revistas da emigração que são feitas ao preço de sacrifícios e de renúncias quase indecentes.

Transformar-se-á em director de uma revista; para a fazer durar, arrisca-se a passar fome, afasta-se das mulheres, enterra-se num quarto sem janelas, impõe a si próprio privações que nos espantam e assustam. A masturbação e a tuberculose, tal é a sua sorte.

Saberá o que diz quem afirma que os portugueses devem emigrar e tomar como oportunidade o lugar no desemprego para mudar de vida?
publicado por umpovoarasca às 11:16

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